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Carlos Ulberg ‘ataca de matchmaker’ e sugere adversários para Ankalaev e Borrachinha no UFC: ‘Os fãs adorariam’

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Ulberg comemora vitória no UFC. Foto: Reprodução/YouTube/UFC

Carlos Ulberg sabe exatamente como organizar a divisão dos meio-pesados (até 93 kg) enquanto ainda não está apto a retornar ao octógono. Apesar de ter nocauteado Jiri Prochazka no UFC 327, realizado em abril, o neozelandês lesionou o joelho durante o combate e ainda não tem previsão de volta.

A situação abriu espaço para que Paulo Borrachinha e Magomed Ankalaev ganhassem protagonismo na corrida pelo topo da categoria, já que ambos vêm de vitória e aparecem como os principais nomes para uma possível disputa de título interino.

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Mesmo com o presidente do UFC, Dana White, já tendo sinalizado positivamente para a criação de um cinturão interino, Ulberg decidiu agir nos bastidores. Por meio dos stories em seu Instagram, o campeão sugeriu possíveis adversários para Ankalaev e Borrachinha, assumindo um papel de “matchmaker” e tentando manter a divisão ativa até seu retorno.

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“Depois das lutas de ontem à noite, aqui vão meus pensamentos Ankalaev vs. Jiri. Deem a ambos um camp completo. É uma luta que a divisão merece e, estilisticamente, é uma que os fãs adorariam ver.”, escreveu Carlos Ulberg.

“Costa vs. Rountree. Essa é a incógnita. Alto risco, alta recompensa. Alguém vai sair com um grande embalo. Quando a poeira baixar… Eu estarei pronto. Quem quer que mereça. Vejo vocês em 2027.”, concluiu o campeão.

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Qual lesão Carlos Ulberg UFC 327 ?

Carlos Ulberg conquistou o cinturão contra JIri Prochazka no UFC 327, porém, além do título, teve um ruptura do ligamento cruzado anterior (LCA).
A ruptura do (LCA) é uma das lesões ortopédicas mais frequentes, sobretudo entre atletas. Responsável por estabilizar o joelho, o ligamento impede o deslocamento excessivo da tíbia em relação ao fêmur e auxilia no controle dos movimentos de rotação da articulação.

Na maioria dos casos, a lesão ocorre sem contato direto, sendo provocada por movimentos bruscos, como mudanças repentinas de direção com o pé fixo no chão, desacelerações rápidas, aterrissagens inadequadas após saltos ou até pela hiperextensão do joelho. No momento da ruptura, é comum relatos de um estalo, seguido de dor intensa, inchaço rápido e sensação de instabilidade, como se o joelho estivesse cedendo.

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O tratamento varia conforme a gravidade e o perfil do atleta: pode ser conservador, com fisioterapia focada no fortalecimento muscular, ou cirúrgico, indicado principalmente para atletas, com reconstrução do ligamento por meio de enxerto. A recuperação completa, nos casos operados, pode levar entre nove e doze meses.

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Publicado por
Gabriel Reis