EXCLUSIVO: Johnny Walker celebra revela trauma em corte de peso: ‘Estava me cag*ndo’

Após 16 combates com 93 kg., Johnny Walker se une a Valter e faz estreia nos pesos pesados no UFC 332

Por mais que as atenções da maior parte dos fãs estejam no duelo entre Natália Silva e Wan Cong, Johnny Walker também é um nome que merece destaque no UFC 332. Após 16 combates na divisão dos meio-pesados (até 93 kg.), o carioca tomou a decisão de se juntar ao irmão mais novo e migrar para a categoria mais pesada do Ultimate de maneira definitiva. Precisando voltar a vencer após dois revezes seguidos, ele explicou os motivos por trás de sua escolha em entrevista exclusiva ao SUPER LUTAS.

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Johnny Walker viveu trauma na última luta

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Johnny Walker bate o peso para o UFC Xangai. Foto: Reprodução/Instagram/UFC Brasil

Johnny Walker em pesagem do UFC Xangai. Foto: Reprodução/Instagram/UFC Brasil

Segundo o lutador, mudar de categoria já era um desejo antigo. Com quase dois metros de altura e uma das maiores envergaduras de todo o plantel, a transição para os pesados (até 120,2 kg.) parecia um caminho natural. No entanto, uma terrível experiência no corte de peso para o combate com Dominick Reyes acabou funcionando como uma maneira para acelerar todo o processo.

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“Na minha última luta, lutei na pior forma fisiológica. Tive uma infecção intestinal e eu estava me cag*ndo. Os médicos me deram soro depois. Lutei com um cara duríssimo e ele não me bateu. Saí do octógono com os pés doendo de tanto que chutei ele. Vamos só ver se meu queixo vai aguentar as porradas dos pesados, mas acredito que vai, pois não estou desidratado”, afirmou.

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Adversário de Johnny Walker é nocauteador

Mick Parkin Lukasz Brzeski UFC 304. Foto: Twitter/UFC News

Mick Parkin em vitória contra Lukasz Brzeski no UFC 304. Foto: Twitter/UFC News

De acordo com o atleta, todos os anos competindo na divisão de baixo limitavam suas capacidades físicas. Com um semblante de alegria e surpresa, ele comemorou o fato de chegar para o confronto sem preocupações além dos desafios técnicos trazidos pelo adversário. Com apenas uma derrota como profissional, Mick Parkin é dono de seis triunfos por nocaute.

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“Eu estava sendo prejudicado nos meio-pesados. Perdia massa muscular, desidratava muito. Decidi parar de ser prejudicado enquanto ainda estou novo. Sempre falei que iria para os pesados, e agora é a hora. Nunca estive tão bem preparado. Sem sofrimento, sem perder peso e sem déficit calórico. Estou super bem e animado. Treinando em alto nível. Trabalhei muito duro e agora é a hora de colher os frutos”, concluiu.

Johnny Walker abre o jogo sobre sua estreia nos pesados no UFC 332

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