Jonas Bilharinho volta ao Jungle lutando pelo título, mas mira UFC ou Rizin

Em bate-papo exclusivo com o SUPER LUTAS, "Speed" falou sobre sua luta no próximo dia 30 de abril, em Palmas (TO)

Jonas (foto) com os cinturões do Jungle e do Primeiro Round. Foto: Reprodução

Jonas (foto) com os cinturões do Jungle e do Primeiro Round. Foto: Reprodução

Com apenas 25 anos, Jonas Bilharinho já possui uma trajetória vitoriosa no MMA, com um cartel profissional invicto e sendo o único atleta a ostentar dois títulos em categorias diferentes no Jungle Fight – maior evento da América Latina. Após um ano fora da organização, Jonas voltará ao Jungle para tentar reconquistar um cinturão que já foi seu, o dos pesos penas, no próximo dia 30 de abril, em Palmas (TO). Em entrevista ao SUPER LUTAS, Jonas falou sobre seu retorno ao evento.

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“Eu sempre vou ser um ‘atleta do Jungle’, independente de onde já tenha ido. Então, eu me sinto em casa. Gostei muito da experiência no Primeiro Round Combat (evento no qual fez sua única luta desde que deixou o Jungle, em abril do ano passado), tudo muito organizado, bolsa boa, bons atletas e também sou grande amigo do CEO do evento, Carlos Junior”, comentou o atleta da Team Nogueira.

Apesar da chance de buscar mais um cinturão, Jonas salientou que seu plano é assinar com um grande evento do exterior, preferencialmente o UFC ou o japonês Rizin – também conhecido como “Novo PRIDE”. “Esse roteiro (de conquistar títulos no circuito nacional e posteriormente se transferir para o exterior) se aplica a qualquer atleta aqui do Brasil. Eu não sei descrever o quanto quero uma oportunidade de lutar em um grande evento, como UFC ou Rizin”, garantiu.

Por fim, Bilharinho também analisou seu adversário no Jungle Fight 86, Valdines Silva, e fez uma projeção para o combate pelo título vago da categoria até 66 kg. “Acho que ele vai tentar trocar comigo, eu nao vou deixar ele se sentir confortável com a noção de distância e ele vai acabar querendo me por pra baixo, eu vou defender os ataques de queda dele e vou eventualmente nocautear”, sentenciou.

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