Aldo revela ajuda de ‘espião’ para luta com Edgar

Brasileiro conta que recebeu dicas especiais de pessoas que acompanharam treinos do norte-americano para luta no UFC 200

Aldo conquistou o cinturão interino dos penas do UFC. Foto: Josh Hedges/Zuffa LLC

Aldo conquistou o cinturão interino dos penas do UFC. Foto: Josh Hedges/Zuffa LLC

No dia 9 de julho, José Aldo teve atuação segura para derrotar Frankie Edgar e conquistar o cinturão interino dos penas do UFC. Para obter a vitória, o brasileiro teve uma “ajudinha” especial na preparação para o duelo: recebeu dicas valiosas de “espiões” nos treinos do norte-americano.

Veja Também

UFC 200: Aldo espanta fantasma, bate Edgar e conquista cinturão interino
Dominick Cruz projeta mudança de categoria e luta contra José Aldo: ‘Quero dois cinturões’

Durante o combate, Aldo deixou de usar uma característica que marcou sua carreira, que são os chutes nas pernas. Perguntado sobre o assunto em entrevista coletiva, o campeão justificou. “Eu fiquei bastante feliz. A única coisa que me deixa um pouco mais triste é o fato de eu não ter chutado tanto, mas também tinha um porquê. Então, fiquei tranquilo que não estava chutando e estava ganhando bem a luta. A mão estava muito rápida e habilidosa. Porque se eu chuto, ele ia me colocar para baixo. A gente tinha uns espiões do lado de lá, que estavam treinando com ele essa semana toda, e eles sempre chegavam e falavam com a gente. Então, eu tive que segurar os chutes e a minha mão esquerda, porque ele ia contragolpear em cima dela”, revelou, em trecho reproduzido pelo site do canal “Combate”

Segundo Aldo, estes espiões seriam atletas que, assim como Edgar, atuaram no UFC 200 no córner azul. O Ultimate normalmente separa um único vestiário para atletas do mesmo córner, o que possibilita o acesso às informações. “A gente coloca sempre um espião. Manda sempre um cara para participar do treino dos caras lá e ele depois passa pra gente. A gente pega e já fica ligado naquilo que eles estão treinando. Graças a Deus sempre acontece, cara. Sempre acontece de brasileiros ficarem no outro corner. Então, geralmente quando eu chego para treinar no primeiro dia, eu também vejo a relação dos corners. E, se tiver brasileiro, a gente já procura o cara, pra pedir se ele dá uma olhada lá, porque isso ajuda bastante também”, completou.

Notícias relacionadas

Deixe seu comentário

0 Comentários
Inline Feedbacks
View all comments