Comissão Atlética diz que rival de Gadelha simulou golpe ilegal

Cristano Sampaio, dirigente da CABMMA, disse que chute de Claudinha não atingiu Casey, que teria fingido a infração

Árbitro interrompe a luta após Gadelha (dir) aplicar golpe ilegal em Casey (esq). (Foto: Getty Images)

Árbitro interrompe a luta após Gadelha (dir) aplicar golpe ilegal em Casey (esq). (Foto: Getty Images)

Um lance polêmico marcou a vitória de Claudia Gadelha sobre Cortney Casey no UFC São Paulo, realizado no último sábado (19), no Ginásio do Ibirapuera. Durante o terceiro round da luta, a brasileira chutou a cabeça de Casey enquanto a adversária ainda estava no chão, o que é proibido nas regras atuais de MMA.

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Contudo, segundo a Comissão Atlética Brasileira de MMA (CABMMA), o golpe não atingiu a norte-americana, que teria simulado o golpe ilegal.

“Como o chute não acertou, a atleta forjou a lesão. Como não houve isso, e ela não usou o tempo para se recuperar, ele poderia ter lhe tirado um ponto. Se o chute tivesse pego, Claudia poderia ter dois pontos perdidos ou ser desclassificada. A conduta da Casey foi antidesportiva, o que poderia ter sido interpretada como ela desistindo da luta”, falou Cristano Sampaio, dirigente da CABMMA, ao site ‘MMA Fighting’ (EUA).

Apesar da confusão, Claudinha não foi punida pelo golpe e o combate seguiu de forma natural, após alguns minutos de paralisação e reclamações da equipe de Cortney.

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