Sem rodeios, Covington explica por que acha que Dillashaw não terá sucesso em seu retorno ao MMA | SUPER LUTAS

Sem rodeios, Covington explica por que acha que Dillashaw não terá sucesso em seu retorno ao MMA

Representante dos meio-médios aponta ‘confiança’ como fator determinante para que ex-campeão dos galos seja superado por Cory Sandhagen neste sábado

C. Covington (foto) não acredita em sucesso no retorno de T. Dillashaw. Foto: Reprodução/Instagram

A poucos dias para o retorno de TJ Dillashaw ao octógono, depois de cumprir dois anos de suspensão por doping, aumenta a expectativa para saber como será a performance do ex-campeão dos galos neste sábado (24). Se, para alguns, o desempenho do ex-campeão dos galos (até 61,2kg.) contra Cory Sandhagen é uma incógnita, para Colby Covington não há mistério. Representante dos meio-médios (até 77kg.) do Ultimate, o ‘Caos’ é categórico ao cravar que o compatriota não terá sucesso no UFC Las Vegas 32.

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“Geralmente, quando você retorna de uma suspensão por esteroides, você não se sai bem. Não importa quem eles colocarão contra ele (Dillashaw). Não o vejo como o mesmo cara do passado”, afirmou Colby, em entrevista a James Lynch.

Para Covington, o sucesso de TJ está diretamente relacionado à confiança. Segundo o ex-campeão interino dos meio-médios, a vitória do antigo campeão do Ultimate esbarrará na questão mental.

“Mentalmente, quando você toma esteroides, você tem uma vantagem obtida em laboratório. Quando você não tem isso, alguns pontos mudam. Ele, provavelmente, está duvidando de si mesmo. É por isso que ele (TJ) adiou a luta (de maio para julho). (…) Eu não vejo ele tendo sucesso no retorno e nem uma vitória depois de retornar de uma suspensão”, encerrou.

Campeão dos galos entre 2017 e 2019, Dillashaw não se apresenta há mais de dois anos, quando desceu aos moscas (até 56,7kg.) e tentou conquistar seu segundo título pelo UFC. Na ocasião, o atleta acabou duramente batido por Henry Cejudo. Cerca de três meses depois, a USADA (Agência Antidoping dos Estados Unidos) confirmou a punição máxima para o combatente por uso da substância proibida EPO (eritropoetina). Antes mesmo da sentença, o veterano havia abdicado de seu título na categoria até 61,2kg.

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