Rousimar Toquinho e pressão pela vitória em Barueri: ‘A cobrança era só minha’. Assista!

'Se eu ver que não tenho condições de lutar no UFC eu mesmo saio, não precisa ninguém me mandar embora', afirmou.

R. Toquinho (foto) comenta vitória em Barueri. Foto: SUPER LUTAS

R. Toquinho (foto) comenta vitória em Barueri. Foto: SUPER LUTAS

Rápido no gatilho, Rousimar Toquinho não tomou conhecimento do duro Mike Pierce no UFC Fight Night 29, evento realizado na última quarta-feira (09), em Barueri, interior de São Paulo, e encaixou sua temida chave de calcanhar em apenas 31 segundos. O brasileiro se tornou o primeiro homem a finalizar o norte-americano, que tem em seu cartel duras lutas contra nomes importantes da divisão como Jon Fitch, Josh KoscheckJohny Hendricks, atual desafiante ao cinturão. Mas o caminho até o triunfo não foi fácil para o lutador mineiro.

Pego no exame antidoping e vindo de duas derrotas consecutivas, o risco de demissão em caso de revés era eminente. Apesar disso, Toquinho garantiu que a maior pressão sobre suas costas era dele mesmo.

“A pressão era só minha. Eu não tinha pressão de ninguém. Se eu ver que não tenho condições de ficar no UFC, eu mesmo saio. Não precisa ninguém me mandar embora. Não vou tomar o lugar de ninguém que é melhor do que eu”, afirmou o brasileiro, que gostou de seu desempenho na categoria de meio-médios. “Eu me senti muito bem. Parece que eu estava muito forte”, completou.

Toquinho também falou do momento em que ele subiu na balança no dia anterior a luta. O brasileiro não segurou a emoção e chorou quando bateu pela primeira vez os 77 kg. da categoria de meio-médio. “Eu estava emocionado pelo meu recomeço. Eu fiquei muito tempo sem lutar e as pessoas tentaram me fazer desistir. E quando eu senti que estava pronto, fiquei emocionado por isso”, afirmou.

Apesar da vitória fulminante, Rousimar perdeu o bônus de finalização da noite por não ter soltado o golpe assim que Pierce desistiu da luta. Porém, quando foi questionado sobre o assunto, o faixa-preta não concorda com a atitude dos dirigentes. “Não! Eu só esperei o cara bater. Bateu, eu soltei”, encerrou

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