Lyoto evita provocações antes do UFC 175: ‘Quero vender a luta de outra maneira’

Brasileiro encara Chris Weidman na luta principal do evento que acontece neste sábado (5), em Las Vegas (EUA)

L. Machida tem um cartel de 21 vitórias e quatro derrotas. Foto: Josh Hedges/UFC

L. Machida tem um cartel de 21 vitórias e quatro derrotas. Foto: Josh Hedges/UFC

Tão antiga quanto os próprios esportes de combate, a estratégia de provocar o rival antes de uma luta para atrair a atenção do público e tornar o combate mais popular está presente no dia a dia do MMA. Mas se depender do brasileiro Lyoto Machida, sua luta pelo cinturão dos médios contra Chris Weidman no UFC 175 será promovida de outras formas. Durante conferência de imprensa nesta segunda-feira (30), Lyoto evitou polêmicas ao comentar as declarações do técnico de Weidman Ray Longo, de que ele seria presa fácil para seu atleta.

“Eu gosto de mostrar o que realmente eu sou, quero vender a luta de outra maneira, através do que estou mostrando na luta. Não estou preocupado em vender a luta ofendendo meu adversário. Quero ser profissional”, afirmou Machida, que ainda afirmou que não se sente desprestigiado por não adotar o estilo “falastrão”. “Quando eu falo, tento falar o melhor possível, achar algo bom do meu adversário, porque não quero falar mal de ninguém. Não é minha característica”, completou.

No próximo sábado (5), com ou sem promoção por meio de declarações públicas, Lyoto Machida sobe ao octógono para desafiar o cinturão dos médios, hoje em posse do norte-americano Chris Weidman. O duelo entre Weidman e Machida é a luta principal do UFC 175, que acontece no Mandalay Bay, em Las Vegas (EUA). No evento co-principal da noite, a campeã peso galo feminina Ronda Rousey põe seu título em jogo contra a desafiante Alexis Davis.

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