Glover não liga em ser amarrado por Davis: ‘É minha obrigação não deixar isso acontecer’

Brasileiro garante que foco está em conquistar rápido nova luta pelo cinturão: ‘Na minha idade, não há muito tempo restando’

Glover (foto) tem um cartel de 22 vitórias e 3 derrotas. Foto: Josh Hedges/UFC

Glover (foto) tem um cartel de 22 vitórias e 3 derrotas. Foto: Josh Hedges/UFC

Phil Davis, atual sexto colocado no ranking oficial dos meio-pesados do UFC, frequentemente é acusado de “amarrar” suas lutas para conquistar suas vitórias no octógono. No entanto, seu próximo adversário, Glover Teixeira, não se importa caso o norte-americano venha com esta estratégia para o combate, que será realizado no próximo sábado (25), na luta co-principal do UFC 179, no Rio de Janeiro.

O brasileiro, último desafiante pelo cinturão da categoria, acredita que é seu papel evitar que Davis imponha seu jogo na luta “Ele pode muito bem jogar esse jogo, então cabe a mim conquistar a vitória, de uma forma ou outra. Eu não sou um daqueles lutadores que não quer ser amarrado – cabe a mim não deixar isso acontecer. É a minha obrigação como lutador. Se ele escolher me amarrar, eu não vou reclamar. Minha obrigação é não deixar isso acontecer, e estou treinando muito duro para isso”, analisou Teixeira, em entrevista ao site norte-americano “MMA Junkie”.

Glover elogiou a consistência de Davis, que, apesar de ainda não ter disputado o cinturão, é considerado um dos principais atletas da divisão há vários anos. “Phil é um bom lutador. Ele é um bom wrestler, com boas finalizações. Ele está no topo da categoria há mais tempo que eu, então eu não posso pegar leve com ele. Phil está sempre bem treinado. Ele luta muito bem e se movimenta muito bem. Eu treinei duro e quero dar tudo o que tenho para vencê-lo. Será uma ótima luta, sem dúvidas”, garantiu.

Por fim, Teixeira enalteceu que seu foco é retomar rapidamente seu caminho rumo a uma nova disputa de cinturão, que desde 2011 está em posse de Jon Jones. “Se eu lutasse com Jon Jones de novo, eu teria uma ótima chance. Aprendi muito [desde a luta], sei onde cometi erros. Agora estou buscando recuperar meu caminho. Na minha idade [fará 35 anos no dia 28] não há muito tempo restando, então estou correndo atrás disso.”

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