Velasquez pode perder cinturão caso não lute até março, diz Dana White

Campeão dos pesados defendeu seu título pela última vez em outubro de 2013 e deverá voltar à ativa no inicio de 2015

Velasquez (foto) deverá voltar à ativa em março. Foto: Divulgação/UFC

Velasquez (foto) deverá voltar à ativa em março. Foto: Divulgação/UFC

O atual campeão dos pesados do UFC, Cain Velasquez, pode perder seu cinturão caso não esteja apto a defendê-lo nos próximos quatro meses. É o que afirmou o presidente da organização norte-americana, Dana White, que deu um prazo para que o lutador se recupere de suas lesões e possa voltar à ativa.

Velasquez defendeu seu cinturão pela última vez em outubro de 2013, quando bateu Júnior Cigano por nocaute técnico no UFC 166. De lá para cá, o norte-americano de ascendência mexicana sofreu lesões no ombro esquerdo e no joelho direito, esta última que o retirou do card do UFC 180, que será neste sábado (15).

A previsão de retorno de Velasquez às lutas é justamente em março. Caso o prazo não seja cumprido, White revelou que o dono do cinturão interino, que será definido entre Fabrício Werdum e Mark Hunt, será promovido ao posto de campeão linear.

“Essa próxima luta no México será pelo cinturão interino. Então, se Cain não puder competir, o vencedor dessa luta será visto como o campeão”, contou White, em entrevista ao site oficial do UFC. “Estamos indo nessa direção agora.”

White afirmou que o substituto de Velasquez no UFC 180, Mark Hunt, estará totalmente apto a se apresentar de forma competitiva apesar do pouco tempo de preparação – o neozelandês foi avisado do combate no dia 13 de outubro.

“Muita gente está dizendo que Hunt teve somente três semanas para treinar para essa luta. Bem, ele treinou para uma luta de cinco rounds no dia 20 de setembro e nós oferecemos a ele a luta no dia 13 de outubro. Ele estava em boa forma. Ele foi para casa e tirou algumas semanas, e acho que essa é a luta perfeita para Mark Hunt. O único problema é altitude [da Cidade do México], mas ele está aqui há três semanas. Alguns caras chegam à altitude e não levam tanto tempo para se acostumar”, disse o dirigente.

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