Dana White, sobre luta principal do UFC 182: ‘Jon Jones tinha o direito de lutar’

Presidente do UFC diz que não poderia ter cancelado disputa de cinturão, já que campeão não foi flagrado com substâncias banidas

Dana White, presidente do UFC. Foto: Josh Hedges/Zuffa LLC

Dana White, presidente do UFC. Foto: Josh Hedges/Zuffa LLC

Após a surpreendente notícia do doping de Jon Jones, que chocou o mundo do MMA na última terça-feira (6), a grande dúvida que surgiu entre os fãs é por que o UFC não cancelou o combate do campeão contra Daniel Cormier, no UFC 182, já que havia um exame positivo realizado semanas antes do combate.

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O presidente do Ultimate, Dana White, explicou que não havia razões legais para que a luta fosse cancelada. Pelo fato de, segundo o regulamento da WADA (Agência Mundial Antidoping), drogas recreativas não serem proibidas fora do período de competição (ou seja, 12 horas antes da luta), o contrato não poderia ser desfeito. A história seria diferente se o doping acusado fosse, por exemplo, uma substância anabolizante.

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“Não houve conversas para adiar a luta. Primeiro porque ele está saudável; segundo, só poderíamos ter anulado a luta se ele tivesse testado positivo para substâncias que melhoram a performance do atleta. O que as pessoas precisam entender é que ele tinha contrato para lutar. Todos acham que nós simplesmente poderíamos ter cancelado a luta, mas ele tinha o direito de lutar”, explicou White, em entrevista ao programa “UFC Tonight”, da emissora norte-americana “FOX Sports”.

De acordo com o dirigente, sua preocupação no momento é o atual estado de saúde de Jones. “Eu me preocupo com a pessoa, em primeiro lugar. Eu esqueço do lutador e do lado trabalhista e me preocupo com a pessoa Jon Jones”, explicou.

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