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Poatan entra? 5 brasileiros que merecem o status de BMF do UFC além de Charles do Bronx

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Charles do Bronx vibra no UFC. Foto: Reprodução/Instagram/UFC

No UFC 326, Charles do Bronx está em busca de mais um feito em sua já consagrada carreira. Na luta principal do evento que acontece neste sábado (7), em Las Vegas (EUA), o brasileiro enfrentará Max Holloway valendo o cinturão ‘BMF’ (lutador mais durão). Inclusive, o ex-campeão do peso leve (até 70,3 kg) é o primeiro representante do país a ter a chance de conquistar o título simbólico. Sendo assim, a equipe de reportagem do SUPER LUTAS decidiu listar cinco atletas tupiniquins que são dignos do status por terem o mesmo perfil.

Como o Brasil é um dos principais países na história do MMA, diversos lutadores poderiam compor nosso time de durões. A curiosidade é que o próprio Charles, que abre o caminho para os atletas brasileiros sonharem com o cinturão ‘BMF’, revelou que José Aldo estaria em sua lista. Contudo, o SUPER LUTAS deixou o antigo rei do peso pena (até 65,8 kg) de fora. Agora, apresentamos nosso top 5 ideal, sem ordem de preferência ou valentia.

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Stake Brasil patrocinadora oficial do UFC

A Stake é a patrocinadora oficial do UFC no Brasil, além de nomes como Alex Poatan, Alexandre Pantoja e Israel Adesanya. A plataforma de apostas está totalmente licenciada no Brasil e conta com total segurança para você fazer as suas apostas. Clique aqui para fazer seu cadastro.

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Diego Lopes

Diego Lopes promove evento do UFC. Foto: Reprodução/X/UFC

Sensação do UFC, Diego Lopes sempre deixou claro que aceita lutar contra qualquer um, a qualquer hora e em qualquer lugar. Inclusive, o brasileiro se destacou justamente por sempre estar pronto para entrar em ação e não ser exigente em relação aos adversários. O maior exemplo que prova que o ‘Franja’ é um lutador ‘BMF’ foi sua postura diante de Jean Silva.

Após ser derrotado por Alexander Volkanovski na disputa pelo cinturão dos penas, Diego aceitou o risco de enfrentar o bad boy, que estava fora do top-10. Confiante em seu nível de habilidade, o atleta brilhou e nocauteou Jean no segundo round, quando não precisava ter topado o desafio. Agora que perdeu a disputa pelo título novamente para o australiano, o ‘Franja’, número dois da categoria, voltou a se colocar à disposição do UFC para encarar quem quer que seja o escolhido.

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Carlos Prates

Prates comemora vitória no UFC. Foto: Reprodução/Facebook/UFC

Atualmente, Carlos Prates é um dos lutadores que mais dá gosto de ver em ação não só por ser um nocauteador nato. Revelado pelo ‘Contender Series’ em 2023, o brasileiro estreou no UFC no ano seguinte e caiu nas graças do público e da alta cúpula da empresa. Em sua primeira temporada na maior organização de MMA do mundo, o integrante da equipe ‘Fighting Nerds’ disputou quatro lutas e deu show.

Logo, em um curto espaço de tempo, Prates foi visto como uma das principais promessas do esporte. Nessa sequência, o brasileiro nocauteou todos os oponentes, levando para a casa quatro bônus de performance. Já em 2025, o atleta se consolidou como uma realidade na divisão ao nocautear Geoff Neal e o ex-campeão Leon Edwards depois de perder para Ian Garry no mesmo ano. E não parou por aí.

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Em alta no peso, o ‘Pesadelo’ estava no páreo para desafiar o campeão Islam Makhachev, mas não fez qualquer exigência. Pelo contrário, Prates abriu as portas para enfrentar o temido Michael Morales ou Jack Della Maddalena, ex-detentor do título da divisão. Agora, o atleta se prepara para encarar JDM no dia 2 de maio, na Austrália, em pleno território hostil, mostrando que combina com o status ‘BMF’.

Alex Poatan

Poatan promove luta no UFC. Foto: Reprodução/Instagram/UFC

Alex Poatan é mais um caso emblemático de um profissional que tem amor por seu ofício. Estrela do kickboxing, o brasileiro migrou para o MMA já com uma idade avançada para competir e, de forma surpreendente, teve sucesso imediato no UFC. Como treina constantemente, até em período sem luta marcada, e compete com frequência elevada, o renomado striker, sem tempo a perder no novo esporte, impressionou com os nocautes aplicados, se tornou campeão do peso médio (até 83,9 kg) e virou um fenômeno de popularidade.

É bem verdade que, quando certos lutadores atingem patamar de destaque no UFC, costumam diminuir o ritmo e aparecem com menos constância no octógono. Mas isso não ocorreu com Poatan. Mesmo como campeão dos meio-pesados (até 93 kg), o atleta, mostrando um comprometimento e profissionalismo raros, aceitou assumir lutas de última hora para salvar eventos e, mesmo sem a preparação adequada, teve sucesso, aplicando nocautes brutais e emblemáticos. Dessa forma, o brasileiro provou ser um ‘BMF’ de verdade.

Gilbert Durinho

Gilbert Durinho pode se orgulhar de sua postura no MMA. Quando ainda era uma promessa dos meio-médios (até 77,1 kg), o brasileiro ganhou importância ao desafiar os tops e ao se colocar à disposição do UFC para lutar com frequência. Inclusive, o atleta aceitou diversos confrontos em cima da hora e, por conta da ousadia e das vitórias, chegou a disputar o título da divisão.

É bem verdade que, hoje, Durinho, de 39 anos, vive a pior fase da carreira, com quatro derrotas seguidas, mas, apesar da situação, não perde a coragem e o espírito competitivo. Tanto que o brasileiro, mesmo com a idade avançada para competir, abraça o papel de guardião do peso, aceitando testar promessas do MMA. Como enfrentou adversários dos mais variados estilos e de gerações diferentes, o veterano é digno de ser visto como ‘BMF’.

Rafael dos Anjos

Dos Anjos comemora vitória no UFC. Foto: Reprodução/Facebook/UFC

Por último, mas não menos importante vem Rafael dos Anjos. Assim como Durinho, o brasileiro não teve vida fácil no UFC e mostrou ser um lutador de verdade. Desde 2008 na companhia, o atleta nunca recusou lutas e sempre teve uma concorrência de elite. É bem verdade que o especialista em jiu-jitsu sofreu, mas, com o passar do tempo, se tornou completo e campeão dos leves.

Atualmente, Dos Anjos, de 40 anos, está perto da aposentadoria do MMA, mas se engana quem pensa que mudará de postura na reta final da carreira. Acostumado a enfrentar os melhores e mais perigosos atletas dos leves e meio-médios, o brasileiro se recusa a receber duelos acessíveis, provando que sua coragem é rara no esporte. Inclusive, a quantidade de tops que RDA lidou ao longo dos anos é tamanha, que muitos o comparam ao lendário Dan Henderson, visto como a personificação do lutador ‘BMF’.

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