
Borralho em evento do UFC. Foto: Reprodução/Facebook/UFC
Sétimo colocado na categoria peso médio (até 83,9 kg.), Caio Borralho busca voltar a vencer neste sábado (7) contra Reinier de Ridder na luta co-principal do UFC 326 após a difícil derrota para Nassourdine Imavov setembro. Para além de seu triunfo pessoal, o atleta mira o próximo combate como representação do fim da fase negativa para toda a equipe Fighting Nerds.
Durante o media day UFC 326 na última quarta-feira (4), Borralho chamou a responsabilidade para si e se colocou como o último representante da Fighting Nerds a voltar a vencer no Ultimate.
“Sim, é a temporada de retorno, e ninguém vai nos impedir. Voltamos a trabalhar com nossa equipe. Recuperamos a conexão. Colocamos os pés no chão com mais frequência, e vocês estão vendo os resultados. Estou muito orgulhoso dos caras. Estou feliz por eles. Fui o primeiro a entrar no UFC e serei o último a completar a temporada de retorno”, afirmou o maranhense.
Coincidentemente, os quatro membros mais famosos da academia sofreram duras derrotas de maneira consecutiva entre abril e setembro de 2025. No entanto, Carlos Prates, Maurício Ruffy e Jean Silva retornaram ao octógono em grande estilo ao vencerem Geoff Neal, Rafael Fiziev e Arnold Allen, respectivamente. Agora, será a vez do representante mais antigo da equipe no Ultimate repetir o feito dos companheiros.
Jean Silva, Caio Borralho, Mauricio Ruffy e Carlos Prates representam a Fighting Nerds. Foto: Reprodução/Instagram
Durante o período complicado, o próprio maranhense protagonizou um vídeo que ganhou as redes sociais no qual alertava os demais parceiros de treino sobre a necessidade de se reinventar para voltar a colecionar resultados positivos. Na época, ele destacou como a popularização dos Nerds mudaram a maneira como os adversários se preparavam para enfrentá-los.
“O que a gente deixou de prestar atenção é que um dos principais objetivos desde que começamos a equipe e essa nova filosofia de enxergar a luta foi alcançado. Mudamos a mentalidade, o jeito de agir e estudar luta não só aqui, mas em várias equipes do Brasil e do mundo. E isso talvez pecou o nosso conhecimento, Os caras estão se comportando de maneira diferente, estudando mais e encarando a profissão de maneira diferente por causa da nossa influência”, afirmou o lutador na época.