Investidores chineses querem comprar o UFC por R$ 15 bilhões

Informação foi divulgada pelo site norte-americano "ESPN"; Dana White negou que haja negociação

Dana (foto) negou que a venda será concretizada. Foto: Josh Hedges/UFC

Dana (foto) negou que a venda será concretizada. Foto: Josh Hedges/UFC

Após promoverem uma das maiores revoluções da história dos esportes de combate ao comprarem o UFC a beira da falência e transformarem no maior evento de MMA do planeta, Lorenzo Fertitta, Frank Fertitta e Dana White, sócios da empresa Zuffa, podem estar deixando o Ultimate. O motivo seria a chegada de um grupo chinês, que estaria disposto a investir uma quantia exorbitante na compra, ao comando da organização.

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Segundo reportagem do site do canal norte-americano “ESPN”, quatro grupos estariam interessados na aquisição do Ultimate, são eles: WME/IMG, China Media Capital, The Blackstone Group e Dalian Wanda Group. Entre os citados, o Dalian Wanda Group teria sido o que fez a maior oferta: entre 3,5 e 4 bilhões de dólares, algo entre R$ 13 e R$ 15 bilhões.

O CEO do Dalian Wanda Group, descrito pelo jornal “Financial Times” como o “perfil mais agressivo em suas aquisições”, é o bilionário Wang Jianlin, que tem aparecido nas listas de revistas especializadas como o homem mais rico da China. Recentemente, o Wanda comprou adquiriu participação de 20% no clube de futebol espanhol Atlético de Madrid.

Na contramão do noticiário, e de alguns de seus colegas de trabalho que simplesmente se recusaram a comentar a possibilidade, o presidente do UFC Dana White rechaçou qualquer chance de venda do maior evento de MMA do planeta. “O UFC não está a venda. A história da ESPN é exagerada. O Darren Rovell (autor da matéria) não é um fã dos fatos. Seus fatos não poderiam estar mais distantes da realidade”, disse Dana, ao “Las Vegas Review-Journal”.

 

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