Conor McGregor aceita acordo com a Justiça de NY e está livre para lutar

Lutador assumiu culpa por vandalismo e terá de restituir empresa de ônibus e cumprir serviço comunitário e as acusações foram arquivadas

C. McGregor (foto) já está livre para marcar sua próxima luta e voltar ao octógono do Ultimate. (Foto: Reprodução Twitter UFC)

Conor McGregor aceitou um acordo com a justiça norte-americana nesta quinta-feira (26) em Nova York. O lutador irlandês assumiu culpa de vandalismo e foi liberado de todas as acusações de agressão e crime grave. Com isso, sua ficha criminal fica limpa, e ele está livre para voltar a lutar.

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McGregor chegou à corte por volta de 9h (horário de Brasília) nesta quinta-feira. O irlandês e Cian Cowley se declararam culpados por conduta desordeira, ou vandalismo, o que é considerado um crime menor gravidade na legislação local. Eles terão como pena: restituir a empresa de ônibus pelos danos causados, cumprir serviço comunitário e aulas de autocontrole. Além das penalidades, três ordens de proteção foram emitidas, em nome de Michael Chiesa, Ray Borg e de Jason Ledvetter.

Em sua saída da corte de Nova York, McGregor fez um agradecimento ao promotor e ao juiz. Logo após, seguiu direto para seu carro e deixou o local.

“Nós agradecemos que a promotoria tratou este caso como qualquer outro. McGregor está ansioso para cumprir seu serviço comunitário e continuar sua carreira. Ele não se declarou culpado por um crime, então isso não vai causar nenhum impacto no seu status de imigração ou na sua habilidade de continuar lutando”, – disse Bruce Mathis, advogado de McGregor.

O caso

McGregor estava respondendo por acusações pelo ataque a um ônibus que levava os atletas após o Media Day do UFC 223, em abril, em Nova York. O lutador lançou objetos no veículo, o que incluiu um carrinho de carga, que quebrou as janelas e causaram cortes nos lutadores Michael Chiesa e Ray Borg, além de um funcionário do Ultimate.

Com isso, o irlandês recebeu mais de dez acusações, que incluíam crimes graves de agressão, que levavam potenciais penas máximas de sete anos de prisão.

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