Após saída de Cyborg, Dana garante permanência da categoria das penas no UFC

Presidente do Ultimate afirma que ex-campeã não é o maior nome da divisão e que segue procurando talentos para enfrentar Amanda Nunes

D. White em entrevista. Foto: Reprodução/YouTube UFC

O fim da novela entre UFC e Cyborg parece realmente ter chegado ao fim. Após oficializar a desistência em renovar o contrato com a brasileira, o presidente da companhia, Dana White, afirmou que a divisão das penas (até 65,7kg.) irá seguir sem a curitibana. Em entrevista recente ao canal do UFC no ‘YouTube’ o atleta reforçou que o maior nome da categoria é a atual campeã Amanda Nunes, e seguirá buscando adversárias para atuar contra a ‘Leoa’.

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“O que farei será conversar com a campeã (Amanda). A ‘Cyborg’ não é o futuro dessa categoria. Se você é uma das mulheres das penas (65,7kg.) e quer enfrentar a melhor do mundo, e quer ser vista como a melhor, sua adversária é a Amanda Nunes. Vamos continuar a buscar talentos como a Felicia (Spencer), que veio e lutou outro dia, e continuaremos a trazer novos desafios para Amanda. Vamos ver quem é a próxima”, declarou o ‘chefão’.

A relação de Cyborg com o UFC nunca foi das melhores. A atleta, por muito tempo, sofreu duras críticas por White com relação ao seu porte físico e aparência. Em uma oportunidade, Dana comparou a atleta ao ex-campeão do Pride, Wanderlei Silva e ainda chegou a insinuar que a curitibana possuía um pênis.

O estopim para a crise, no entanto, aconteceu quando White começou a relatar publicamente que Cyborg havia negado uma revanche contra Amanda, por quem foi derrotada na luta pelo cinturão das penas em dezembro do ano passado. Cris prontamente negou a afirmativa do presidente e os dois começaram a trocar farpas pela imprensa. Com a proposta de renovação em mãos, Cyborg afirmou que aceitaria assinar um contrato de uma luta, mas com a condição de que Dana se desculpasse publicamente pelas injúrias.

White não só negou, como oficializou a desistência em manter a brasileira entre o grupo de lutadoras do Ultimate. Cyborg, no momento, está livre no mercado e irá avaliar as propostas de onde irá realizar seus embates no futuro. A atleta de 34 anos recentemente confirmou o desejo de lutar até quase 40. Um dos possíveis destinos da curitibana pode ser o Bellator, cujo presidente (Scot Coker)já manifestou o interesse de contar com a ex-campeã do UFC.

 

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