Presidente do Bellator: ‘Cris Cyborg é uma das maiores estrelas do evento e o UFC nunca se comprometeu com sua divisão’

Scott Coker, que já havia trabalhado com Cris no Strikeforce, rasgou elogios a brasileira e se comprometeu a manter a divisão de peso pena feminino ativa

S. Coker (esq.) e C. Cyborg (dir.) posam para foto nos tempos de Strikeforce. Foto: Reprodução/Twitter @scottcoker

Cris Cyborg está de casa nova. Depois de não renovar com o UFC e assinar com o Bellator, a brasileira parece estar com moral com o novo chefe. Scott Coker, presidente do Bellator, revelou que tem planos audaciosos para a atleta e já a considera como uma das maiores estrelas de sua franquia

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Coker, revelou em conversa com o site norte-americano MMA Figting, como foi a negociação para contratar Cyborg depois de uma saída conturbada do UFC. Ele ainda traçou grandes metas para a carreira da lutadora.

“Conversei com (os empresários dela) e disse: ‘Olha, isso não é algo que temos que nos apressar, mas queremos estar no negócio da Cyborg e acho que há muita familiaridade por causa do relacionamento passado dela lutando pra mim quando eu era dono Strikeforce'”, “Nós calculamos os números e sabíamos que seríamos um ótimo lar para ela”, completou.

O dirigente ainda fez questão de colocar Cris como um dos maiores nomes de sua organização. “Para estar no elenco com Gegard (Mousasi) e Rory (MacDonald) e (Ryan) Bader e todas as outras estrelas, ela é sem dúvida um dos maiores nomes de nosso evento”, completou.

Na ativa

Uma das maiores reclamações de Cris Cyborg com o UFC era a falta de investimento em sua categoria, o peso pena feminino (até 65.7 kg.). A divisão sequer chegou a ter um ranking no Ultimate e as adversárias de Cris eram, em sua grande maioria, atletas de outras divisões que subiam de peso apenas para enfrentar Cris e depois voltavam ao peso galo (até 61.2 kg.). Entretanto, segundo Scott Coker a história será diferente do Bellator.

“É nosso trabalho mantê-la ativa, o que acho que teremos muito sucesso”, disse Coker. “Eu realmente acho que ela não está ativa porque não acho que o UFC tenha se comprometido com a categoria de 65.7 kg. Eles  nunca se comprometeram a explodir essa categoria de peso”, disparou.

“A diferença é que estamos na divisão feminina com peso de até 65.7 kg. Estamos no negócio de mulheres nessa categoria de peso”, encerrou.

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