Perto de retorno, Joanna Jedrzejczyk revela não ter interesse em luta contra Marina Rodriguez | SUPER LUTAS

Perto de retorno, Joanna Jedrzejczyk revela não ter interesse em luta contra Marina Rodriguez

Ex-campeã, polonesa ainda diz que sequer assistiu ao combate entre a brasileira e Michelle Waterson no UFC Las Vegas 26

As palhas (até 52,1kg.) J. Jedrzejczyk (esq.) e M. Rodriguez estão na segunda e sexta posição, respectivamente. Foto: Montagem SUPER LUTAS

Animada pela volta do público nas arenas, Joanna Jedrzejczyk já ensaia um retorno ao MMA. Desde que atuou pela última vez, em março de 2020, o panorama da divisão dos palhas (até 52,1kg.) mudou com o surgimento de outras promessas no Ultimate. Uma delas, inclusive, é Marina Rodriguez, que venceu Michelle Waterson na luta principal do UFC Las Vegas 26. A polonesa, no entanto, afirma que não tem o interesse de enfrentar a brasileira na sequência.

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“Eu não estou interessada. Eu não (vi a luta da Marina Rodriguez) e não posso falar muito. Mas estou feliz por ela. Eu conheço a Michelle Waterson e eu gosto dela, ainda que a gente tenha se enfrentado. Mas, você sabe, eu só estou feliz pela Rodriguez, mas não estou planejando (enfrentá-la). Estou focada em meus objetivos, minhas metas”, afirmou Jedrzejczyk em entrevista ao site: ‘BJPenn.com’.

Além de já ter sido derrotada por Weili Zhang e Rose Namajunas, a polonesa também falou sobre o combate no UFC 260. Inclusive, ela falou que não se impressionou com o resultado e já apostava em uma vitória da norte-americana antes mesmo de o duelo acontecer.

“Eu sabia do resultado e disse isso. Tinha uma equipe de TV me filmando ao vivo para o UFC Watch Along. Eles têm esse vídeo antes de entrar no octógono. Eu disse: ‘Olhe para Rose. Vai nocautear no primeiro assalto’. E aconteceu, cara. Estou muito feliz por ela. Foi um grande feito”, finalizou a lutadora.

Aos 33 anos, Joanna Jedrzejczyk tem um histórico de 16 triunfos e quatro reveses. Ela foi campeã do peso palha (até 52,2 kg) no período entre março de 2015 a novembro de 2017. Ao todo, foram cinco defesas de título bem-sucedidas.

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