Glover revela surpresa com ‘luta fácil’ contra Blachowicz e analisa possíveis confrontos contra Prochazka e Adesanya

Nova lenda do Ultimate, brasileiro fala com exclusividade ao SUPER LUTAS depois de conquista histórica no UFC 267

Poucos dias depois de fazer história e conquistar o cinturão dos meio-pesados (até 93kg.) do Ultimate no UFC 267, Glover Teixeira é só alegria. Novo rei da organização, o lutador falou com exclusividade ao canal no YouTube do SUPER LUTAS sobre o momento especial na carreira. O atleta abriu o jogo sobre o confronto contra Jan Blachowicz e analisou possíveis confrontos contra Jiri Prochazka e Israel Adesanya.

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No último fim de semana, o brasileiro emocionou a comunidade do MMA ao conquistar o título da categoria até 93kg. aos 42 anos. Para chegar ao topo absoluto do grupo, o mineiro passou com facilidade pelo perigoso Blachowicz, finalizando o polonês no segundo round.

Caiu a ficha?

Menos de uma semana após o feito histórico na organização, Teixeira falou sobre os sentimentos depois de assumir uma posição de ainda mais destaque nas artes marciais mistas. Sem esconder a emoção, o lutador desabafou.

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“Campeão mundial. Está todo mundo feliz. Estou sentindo a felicidade das pessoas. Tem gente que chega perto de mim e chora. Quem vem seguindo a minha história, está muito emocionado. É real. Não sou o cara mais legal do mundo, mas sou um cara real, falo a realidade e as pessoas enxergam isso em mim”, contou.

Auge na carreira

A trajetória de Glover no Ultimate cativa grande parte do público pelo exemplo de superação imposto pelo mineiro na organização. Depois de ‘bater na trave’ em 2014 na disputa do cinturão do grupo, o atleta garante que, aos 42 anos, vive seu melhor momento.

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“(O melhor momento) é agora. Minha última luta foi excelente. Com a disciplina que estou tendo e me afastar das coisas que me fazem mal, agarrar nas coisas que me fazem bem, me ajuda muito. Vocês estão vendo o resultado. Vou continuar assim, sempre com positividade. Está funcionando muito bem. Isso me ajuda em tudo. Posso dizer que fisicamente estou melhor. Poderia estar melhor há 10 anos, se eu tivesse a cabeça que tenho hoje”, afirmou.

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Surpresa com Blachowicz

No último fim de semana, Teixeira subiu ao octógono para encarar um dos adversários mais duros de sua carreira. O brasileiro, no entanto, passou com certa facilidade pelo desafio e se disse surpreso com a performance do ex-campeão.

“Eu não imaginava que seria, entre aspas, uma luta fácil. Achava que ele ia acertar uns golpes, que seria mais difícil de botar para baixo, mas é treinamento. Deu certo. Saiu do meu jeito. Estou com a cara limpa (risos)”, disse.

Próximo passo: Jiri Prochazka

Assim que conquistou o cinturão dos meio-pesados, Glover, ainda no octógono, fez questão de afirmar que Jiri Prochazka seria seu primeiro desafiante. Assim, o atleta fez uma breve análise sobre um eventual duelo contra o tcheco.

“Eu já o analisei antes, porque ele estava de reserva (para o UFC 267), então, dei umas olhadas nas lutas dele. No momento, só estou curtindo. Daqui a pouco, vamos voltar e analisar mais ele. Não vou falar que é difícil. É difícil, mas ele é meio maluco. Nós vamos arrumar uns caras (para treinar)”, afirmou.

E Israel Adesanya?

Com Prochazka como possível primeiro desafiante ao seu trono, Teixeira sabe que precisa ficar de olho em outra estrela do UFC. Campeão dos médios (até 83,9kg.) na empresa, Israel Adesanya tentou, sem sucesso, somar o título do grupo até 93kg. contra Blachowicz e falhou. Caso o nigeriano tente novamente realizar o sonho, o mineiro já está preparado.

“Nunca neguei nenhum oponente. Sou um lutador. (O segredo) é botar para baixo e finalizar. Os números não mentem. A galera já sabe o que eu vou fazer. Vou botar para baixo, pegar as costas e finalizar (risos)”, disse.

No maior momento de sua carreira, Glover, além do cinturão, ampliou sua série invicta para seis confrontos. Profissional no MMA desde 2002, o mineiro soma 33 vitórias e sete reveses dentro da modalidade.

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