Mais focado, Rafael Alves afasta pressão por vitória e promete show no UFC Las Vegas 70

R. Alves é promessa brasileira no peso leve do UFC. (Foto: Reprodução/Instagram)

Em sua última luta do contrato com Ultimate, Rafael Alves quer mostrar que está mais focado e querendo seguir na organização. Em entrevista exclusiva ao SUPER LUTAS, o peso leve (até 70,3kg) paraense afastou a pressão pelo retrospecto negativo, disse que não fará sua tradicional dança nesse evento e analisou Nurullo Aliev, seu oponente no UFC Las Vegas 70, deste sábado (25).

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Islam Makhachev (esq.) e Alexander Volkanovski (dir.) se enfrentaram no UFC 284. Foto: Reprodução/Instagram

“O camp foi todo sem lesão, sem nada, treinei muito bem. Eu estou muito focado, estou muito pronto para a minha luta, eu tenho certeza que vai ser um grande show.”

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Pressão pelo retrospecto negativo?

“Então, como todos sabem, eu estou vindo de duas derrotas. Mas, eu estou me sentindo muito bem. Na vida, nada é por acaso. As vezes, a gente precisa dar alguns passos para trás, para depois dar vários para frente. A minha última luta (contra Drew Dober) foi uma experiência muito legal, até para eu parar de brincar muito, parar de achar muita graça. E o show vai sair, pode ter certeza. Quem tem que se sentir pressionado é o meu oponente (Nurullo Aliev), pois é a estreia dele. Ele nunca enfrentou um cara duro, então, pela primeira vez, ele vai enfrentar um cara duro”

Fim das dancinhas?

“Não, só pra essa luta não vai ter dança. Para essa luta, eu pretendo entrar mais focado. Todas as minhas lutas que eu fiz aqui nos Estados Unidos, eu entro dançando, me divertindo, porque é uma coisa que está dentro de mim. Eu sou um cara que respeita meus adversários dentro e fora do octógono. Mas, as minhas danças não significam que eu estou desrespeitando, eu acho que eu respeito até demais. É porque eu gosto de levantar o público, mas, para essa luta, não vai ter dança, não vai ter nada. Vai ser uma coisa mais séria mesmo.”

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Dura derrota para Drew Dober

“Talvez, se eu tivesse um pouco mais sério isso não teria acontecido. Durante a luta, já era o terceiro round e eu senti que estava com a vitória na mão, então eu comecei a ‘zoar’ e tudo mais. Aí entrou a mão. Após a luta, eu conversei com o meu oponente (Drew Dober), e ele mesmo admitiu que foi um golpe de sorte. Mas, Deus sabe o que faz, foi bom para eu aprender, foi bom para na próxima luta eu poder entrar diferente. Mesmo quando eu voltar a dançar, o adversário vai perceber que quando eu subir no octógono, eu vou me transformar em um ‘bicho'”.

Análise do rival

“O ponto forte dele é a luta agarrada, ‘estilo Khabib’. O forte dele é o wrestling. Eu treinei muito wrestling, treinei muita defesa de queda, para poder frustrar a cabeça dele e depois ‘matar’ ele na porrada. E se ele entrar nas minhas pernas e vacilar, eu vou pegar ele na guilhotina. Eu estou pronto para essa luta e ele ainda está com mais pressão do que eu. Essa é a minha última luta do contrato, mas o estreante sente muito mais pressão, porque pisar ali no octógono do UFC não é para qualquer um”

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Desfecho dos sonhos

“Eu quero finalizar, porque eu quero o bônus (Performance da noite)!”

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