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Reinier de Ridder critica posição de Caio Borralho na divisão dos médios: ‘Nem lutou esse ano’

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Caio Borralho após luta no UFC. Foto: Reprodução/Twitter/UFC

Caio Borralho após luta no UFC. Foto: Reprodução/Twitter

A poucas semanas de subir no octógono para medir forças com Nassourdine Imavov e lutar pela primeira colocação do ranking dos médios (até 83,9 kg.), Caio Borralho não parece estar colecionando admiradores em sua categoria. Sexto colocado, o brasileiro pode furar a fila e se tornar o desafiante ao cinturão de Khamzat Chimaev em caso de vitória, mas para Reinier de Ridder, o astro da Fighting Nerds não fez o suficiente para estar nesta posição.

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De acordo com o holandês, que irá enfrentar Anthony Hernandez em outubro, a inatividade de Borralho ao longo de 2025 não deveria credenciá-lo para uma disputa de cinturão.

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“Se Khamzat quer lutar em Abu Dhabi, está claro que eu sou o cara. Acho que Imavov também merece muito. Acho que Caio não está lá, ele nem lutou este ano. A última vitória dele foi contra Cannonier, e o MVP também acabou de vencê-lo. Eu venci cinco caras este ano e ele não venceu ninguém. Fluffy também está perto e merece a chance em breve”, afirmou o ex-campeão do One Championship em entrevista ao podcast Pound 4 Pound nesta quinta-feira (21).

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O maranhense subiu ao octógono pela última vez há quase um ano, em agosto de 2024, e venceu Jared Cannonier por decisão unânime. Desde então, ele tem passado dificuldades para conseguir novos adversários. Em meio a isso, ele realizou uma luta de submission contra Brendan Allen e ainda subiu à balança na última sexta-feira (15) como o reserva para a luta pelo título, entre Dricus Du Plessis e Khamzat Chimaev.

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Borralho terá missão difícil no UFC Paris

Caio Borralho em pesagem oficial do UFC 319. Foto: Reprodução/UFC

Apesar da posição de “privilégio”, o brasileiro tem uma missão desafiadora no horizonte. Além de medir forças com Imavov em Paris, casa do adversário, ele terá que passar pelo corte de peso pela segunda vez em menos de um mês. Ciente das dificuldades, Borralho e sua equipe já declararam em algumas ocasiões toda a seriedade com a qual vêm levando o processo.

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Publicado por
Luís Antonio Cardoso