Dana White explica por que superluta Amanda Nunes x Kayla Harrison não é a principal do UFC 334

Lutadoras são estrelas dos esportes de combate, rivais de longa data no MMA e disputam o cinturão do peso galo

Kayla Harrison e Amanda Nunes cara a cara

Kayla Harrison e Amanda Nunes fazem encarada para promover superluta no UFC. Foto: Reprodução/Facebook/UFC

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Demorou, mas, finalmente, a aguardada luta entre Amanda Nunes e Kayla Harrison vai acontecer. As estrelas do MMA vão se enfrentar no UFC 334, evento programado para acontecer no dia 14 de novembro, em Nova York (EUA), valendo o cinturão do peso galo (até 61,2 kg), em posse da norte-americana. Contudo, apesar do status das profissionais, o combate, para a surpresa de muitos, não é o principal do show. Ao ser questionado sobre o assunto, Dana White abriu o jogo.

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Em conversa com a imprensa, realizada na última quarta-feira (4), o presidente do UFC explicou por que a superluta entre as rivais não é a principal do UFC 334. Sincero, Dana concorda que Amanda e Kayla poderiam perfeitamente protagonizar o evento, porém listou fatores que levaram a companhia a elevar o duelo Ciryl Gane x Josh Hokit, valendo o cinturão dos pesados (até 120,2 kg), à posição de maior destaque.

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Vale lembrar que Amanda e Kayla deveriam ter lutado em janeiro, mas o confronto foi cancelado porque a campeã sofreu uma grave lesão no pescoço. Agora, a norte-americana está de volta à ação e a ‘Leoa’ sai da aposentadoria. E, apesar da superluta ser a coprincipal do UFC 334, Dana, no fundo, sabe que ela é tão ou até mais importante quanto a que lidera o show.

“Sim, poderia ser uma atração principal, mas não sei. Quando acontece tudo isso, depende muito do timing, de quem está pronto. E, obviamente, essa luta deveria ter acontecido há algum tempo. Então, acabou chegando ao evento de Nova York”

Histórico de Amanda e Kayla no MMA

Amanda Nunes, de 38 anos, marcou época no MMA e, como campeã, dominou o peso galo e pena (até 65,8 kg) do UFC. Não à toa, a Leoa passou a integrar o Hall da Fama da companhia. Em sua trajetória no esporte, a brasileira construiu um cartel composto por 23 vitórias e cinco derrotas. Seus principais triunfos foram sobre Cris Cyborg, Germaine de Randamie (duas vezes), Julianna Peña, Holly Holm, Miesha Tate, Ronda Rousey, Valentina Shevchenko (duas vezes), entre outras lutadoras.

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Kayla Harrison, de 36 anos, marcou época no judô. Pela modalidade, a norte-americana conquistou a medalha de ouro nas Olimpíadas de Londres (ING) e do Rio de Janeiro (BRA), em 2012 e 2016, respetivamente. No MMA, a atleta venceu duas vezes o GP do peso leve (até 70,3 kg) da PFL, em 2019 e 2021, e se tornou campeã dos galos do UFC, em 2025. No esporte desde 2018, a profissional venceu 19 lutas e perdeu uma vez. Seus principais triunfos foram sobre Holly Holm, Julianna Peña, Ketlen Vieira e Larissa Pacheco (duas vezes).

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