Retrospectiva de 2017: Doping, retornos triunfais e decepções

Veja como foi o ano no MMA e no UFC, com brasileiros perdendo lutas principais em casa, Aldo caindo e Cyborg em alta

Ainda que os dois maiores astros do esporte não tenham entrado em ação no UFC, o ano de 2017 do MMA foi bastante movimentado. Com Ronda Rousey contemplando a aposentadoria e Conor McGregor focado no boxe, os destaques do ano ficaram por conta da saga de Jon Jones, que recapturou o título meio-pesado com brilhante nocaute sobre o rival Daniel Cormier, mas acabou perdendo o cinturão por cair novamente no antidoping; e o retorno triunfal de Georges St. Pierre, que voltou a lutar após quatro anos e virou campeão peso médio após finalizar Michael Bisping.

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Demetrious Johnson se sagrou o campeão mais dominante da história ao superar o recorde de 10 defesas de título que pertencia a Anderson Silva. Por falar no brasileiro, o Spider venceu Derek Brunson em fevereiro, iria enfrentar Kelvin Gastelum no UFC Xangai, mas também caiu em exame antidoping. Além da decepção dos brasileiros perdendo todas as lutas principais dos eventos em casa, José Aldo também foi derrotado duas vezes por Max Holloway. Por outro lado, Amanda Nunes manteve o cinturão com excelente vitória sobre a rival Valentina Shevchenko, e Cris Cyborg se sagrou campeã peso pena do UFC.

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