UFC e TUF podem sair da grade da Globo em 2016, diz colunista

Segundo Keila Gimenez, alta pedida da organização, aliada ao baixo retorno de audiência, ameaçaria o atual acordo, que expira no próximo ano

Primeira luta entre Cigano (dir.) e Velasquez (esq.) marcou estreia do UFC na Globo em 2011. Foto: Divulgação

Primeira luta entre Cigano (dir.) e Velasquez (esq.) marcou estreia do UFC na Globo em 2011. Foto: Divulgação

Desde o fim de 2011, os direitos exclusivos de transmissão do UFC na TV aberta brasileira estão com a Rede Globo, que assinou uma longa parceria com a organização após o fim do antigo acordo com a “Rede TV!”. Porém, o maior evento de MMA do planeta pode estar com seus dias contados na tela da principal emissora do Brasil a partir do próximo ano.

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Pelo menos é isso que garante a colunista Keila Gimenez, do blog “KTV”. Segundo a jornalista, fontes próximas à Globo informaram que a emissora carioca não estaria de acordo com a proposta de renovação recebida do UFC para o atual vínculo, com duração até 2016. O principal ponto de divergência estaria nos valores do contrato em relação ao retorno de audiência dos eventos.

As incertezas com relação ao futuro, ainda segundo a coluna, se estendem também ao reality show The Ultimate Fighter Brasil, e a justificativa seria novamente a audiência. Quando estreou na Globo, em 2012, o TUF Brasil teve ótima aceitação do público e manteve bons números durante toda a temporada. Porém, a recepção foi caindo gradualmente ao longo das edições seguintes, e a atração foi empurrada para cada vez mais tarde na grade de programação.

Neste ano, o TUF Brasil 4 sofreu uma das maiores baixas da história da edição nacional do programa, ao perder Anderson Silva, retirado do programa e substituído pelos irmãos Rodrigo Minotauro e Rogério Minotouro após o escândalo de doping no UFC 189. Sem o maior nome do MMA brasileiro na história, o programa terminou com audiência cerca de 30% inferior à edição de estreia.

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