Thiago Silva tem licença negada em Vegas e deixa WSOF 22 às vésperas do evento

Segundo a comissão atlética, brasileiro ainda tem pendências relativas a um caso de doping em 2011

T. Silva foi suspenso por 6 meses pelo uso de maconha. Foto: Josh Hedges/UFC

T. Silva faria sua segunda luta no World Series of Fighting. Foto: Josh Hedges/UFC

Demitido pelo UFC no ano passado após um conturbado episódio policial que envolveu até equipes da SWAT, o brasileiro Thiago Silva mais uma viu seu nome ser envolvido em uma grande polêmica com a lei, desta vez com a Comissão Atlética de Nevada. A poucos dias da realização do WSOF 22, Thiago teve sua licença para lutar negada pela entidade e foi cortado do evento.

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A justificativa apresentada pelo órgão foi o histórico de Thiago junto à comissão. Segundo o órgão regulamentador, o brasileiro, que foi punido pela entidade em 2011 após falsificar sua amostra de urina em um exame antidoping, ainda tem pendências com sua punição anterior e, por isso, não poderia lutar no próximo sábado (01), data da próxima edição do World Series of Fighting.

Apesar da notícia repentina, a organização do WSOF agiu rápido e escalou outro ex-lutador do UFC, Clifford Starks, para ser o novo adversário de Mike Kyle na antepenúltima luta da noite. O duelo principal do WSOF 22 marcará a segunda defesa do cinturão peso meio-médio pelo brasileiro Rousimar Toquinho, que enfrentará Jake Shields. Já na luta co-principal, os brasileiros Shaymon Moraes e Marlon Moraes duelam pelo título da categoria peso galo.

Aos 32 anos, Thiago Silva possui um cartel profissional de 16 vitórias, quatro derrotas e duas lutas sem resultado. No início de 2014, Thiago foi preso em sua casa na Flórida (EUA), sob acusação de ameaçar sua ex-esposa e o atual namorado dela com uma arma de fogo. Por isso, Thiago acabou demitido pelo UFC, mas foi recontratado novamente meses depois. Porém, a ex-cônjuge do lutador apresentou novas provas contra e, pela segunda vez em menos de um ano, o peso meio-pesado foi dispensado pelo Ultimate.

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