‘Toquinho não deveria pensar em lutar novamente’, diz dirigente do WSOF

Ali Abdelaziz diz que brasileiro colocou a si próprio em posição difícil e pede que ele procure ajuda urgentemente

Toquinho recebe o cinturão do WSOF das mãos de Ray Sefo. Foto: Divulgação

Toquinho recebe o cinturão do WSOF das mãos de Ray Sefo. Foto: Divulgação

Depois de seu combate mais recente, Rousimar Toquinho ficou em maus lençóis com seus chefes no WSOF. O vice-presidente da organização norte-americana, Ali Abdelaziz, afirmou que o brasileiro deveria deixar seu retorno ao MMA em segundo plano e se preocupar em buscar auxílio psicológico.

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Toquinho, que havia sido demitido do UFC por segurar uma finalização por mais tempo que o necessário, foi contratado pelo WSOF, onde estreou no ano passado. Na nova organização, venceu três lutas por finalização, sendo que nas três foi acusado de também segurar a posição por mais tempo que precisava.

Em sua última luta, contra Jake Shields, Toquinho chegou a receber uma agressão do adversário após o término do combate, já que o norte-americano acho que o brasileiro deveria ter largado a finalização antes. Assim, Toquinho foi suspenso provisoriamente pela Comissão Atlética de Nevada.

“Toquinho fez isso consigo mesmo. Ele fez isso consigo mesmo e continua fazendo. Eu não acho que ele deveria pensar em lutar novamente. Ele deveria pensar em seu bem estar, em seu estado mental. Esse cara precisa de ajuda. Eu não sei que tipo de ajuda ele precisa, mas ele precisa de sérias ajudas”, disse Abdelaziz, em entrevista ao site norte-americano “MMA Fighting”.

Aos 35 anos de idade, Toquinho tem um cartel de 18 vitórias e seis derrotas no MMA profissional. Ele ficou no UFC entre 2008 e 2013, até ser mandado embora depois de sua vitória sobre Mike Pierce.

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