Wanderlei Silva descarta aposentadoria e ainda sonha com luta contra Sonnen

Brasileiro acredita que norte-americano irá voltar às lutas e também projeta uma revanche contra Vitor Belfort

Wanderlei (foto) ainda sonha em enfrentar Sonnen. Foto: Josh Hedges/UFC

Wanderlei (foto) ainda sonha em enfrentar Sonnen. Foto: Josh Hedges/UFC

A luta entre Wanderlei Silva e Chael Sonnen, que estava marcada para acontecer no UFC 175, ao que tudo indica virou coisa do passado. O norte-americano recentemente anunciou sua aposentadoria do MMA e recebeu uma suspensão de dois anos após ter sido flagrado no exame antidoping, enquanto Wanderlei, que também enfrenta problemas com a Comissão Atlética de Nevada, ainda não sabe quando retornará ao octógono. No entanto, o brasileiro ainda tem esperanças de que irá conseguir enfrentar Sonnen no futuro.

Wanderlei acredita que a aposentadoria do rival não é definitiva e que o norte-americano irá retornar às competições no futuro. “Acho que ele se aposentou apenas por enquanto. Acredito que, depois que sua suspensão expirar, ele vai voltar. Espero que essa luta aconteça. Ele e [Vitor] Belfort são as duas lutas que fazem sentido para mim. O doping de Sonnen foi ruim para todo mundo – para ele, para mim, para os fãs que queriam ver essa luta. Mas eu vou esperar por ele”, disse Wand, em entrevista ao podcast “Submission Radio”.

Aos 38 anos de idade, o ex-campeão do PRIDE ainda não pensa em pendurar as luvas. “Nas minhas duas últimas lutas eu ganhei dois bônus, de ‘Luta da Noite’ e ‘Nocaute da Noite’. Eu faço lutas empolgantes, me divirto e ainda estou lutando bem. Enquanto o corpo funcionar direito, eu vou continuar. Quando eu não conseguir, vou arrumar outra coisa para fazer. No momento, isso ainda é bom para mim. Ainda estou treinando e o UFC tem vários eventos ao redor do mundo. Espero que eles me convidem logo para lutar”, concluiu o lutador.

Wanderlei não luta desde março de 2013, quando nocauteou Brian Stann no Japão. Em sua luta de retorno ao UFC, terá de quebrar uma incômoda marca: ele não vence dois combates consecutivos desde os tempos do PRIDE, quando bateu Ricardo Arona (2005) e Kazuyuki Fujita (2006).

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