Após derrota em estreia pelo Ultimate, Raulian Paiva espera vitória neste sábado

Amapaense que apagar derrota sofrida em fevereiro e bater Rogério Bontorin no UFC Montevidéu

R. Paiva quer vitória no UFC Montevidéu. Foto: Reprodução/Instagram @raulianpaivamma

Seis meses após sua estreia pelo Ultimate, Raulian Paiva realizará sua segunda luta pela organização. O peso mosca (até 56,2kg.), que foi derrotado em seu debute para Kai Kara-France, no UFC 234, terá a chance de se redimir e conquistar sua primeira vitória desde que assinou contrato com a empresa. Paiva se mostrou confiante para encarar o compatriota Rogério Bontorin na quarta luta do card preliminar do UFC Montevidéu, neste sábado (10). Em entrevista ao ‘Combate’, Raulian falou sobre seu desafio deste final de semana.

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“O (Rogério) Bontorin é aquele atleta que não é para se dizer: ‘aquele atleta é muito perigoso’. Ele é bom, tem o mérito dele de estar no UFC, mas não vejo muitas armas para ele me vencer. Sou um atleta completo. O Bontorin gosta muito do jiu-jítsu e, se ele quiser fazer, vamos fazer. Confesso que não tem nenhuma área que me assuste. Se o jiu-jítsu dele é bom ou não, se o boxe dele é bom ou não, se ele é faixa preta de jiu-jítsu, isso não me assusta. Estou bem preparado e focado”, disse o peso mosca.

Paiva afirmou que, após sua derrota, ocorrida em fevereiro, buscou auxílio no exterior para aperfeiçoar algumas técnicas e tentar melhorar seu jogo para os combates futuros. O amapaense disse que foi convidado por Urijah Faber para compor o grupo de atletas que estavam na preparação para o UFC Sacramento, ocorrido no mês de julho. Raulian afirmou que o período nos Estados Unidos ajudou muito em seu plano de jogo.

“Foi um camp (período de treinamento) muito bom, bastante duro, até porque eu fiz a preparação com os caras que lutaram no UFC Sacramento e em outros UFC’s, também. Melhorei o jogo em tudo que sei, no jiu-jítsu, no wrestling, no kickboxing. Tudo que eu precisei ajustar, eu ajustei durante esses quatro meses.

Um dos empecilhos encontrados durante sua preparação foi a dificuldade em se adaptar em um outro país. Raulian não fala inglês, mas garantiu que está trabalhando para aprender o mais rápido possível.

“No começo, foi um pouco complicado, devido à cultura de lá (EUA) ser diferente do meu estado (Amapá). A língua também. Não falava nada de inglês, mas estou aprendendo ainda. Aos poucos, fui conquistando meu espaço, fazendo os amigos. Eu me acostumei com a América e vou ter que me acostumar com o Brasil de novo”, disse o lutador.

Em seu cartel profissional, Paiva, de 23 anos, soma 20 lutas. Em seus compromissos anteriores, o lutador conquistou 18 triunfos e duas derrotas.

Seu oponente, Rogério, 27, hoje, tem 15 vitórias e uma derrota em sua carreira. Assim como seu adversário, o lutador realizará sua segunda apresentação pelo UFC. No entanto, Bontorin venceu em sua estreia, que aconteceu em fevereiro desse ano.

 

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