Stipe Miocic acredita que Jon Jones poderia vencer Francis Ngannou nos pesados

Sem desmerecer força física e talento do franco-camaronês, campeão sugere que, com a estratégia certa, ‘Bones’ poderia triunfar na superluta

J. Jones (esq.) e F. Ngannou (dir.) chegaram a selar superluta em acordo verbal, mas a diretoria do UFC descartou, por ora. Foto: Montagem SL/MMA Press

Embora a diretoria do UFC tenha descartado, por ora, a superluta entre Jon Jones e Francis Ngannou, o assunto ainda permanece em alta no universo do MMA. Responsável por bater o franco-camaronês em 2018, Stipe Miocic acredita que ‘Bones’ poderia surpreender e derrotar o ‘gigante’ em um eventual confronto entre os pesados (até 120,2kg.).

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“Definitivamente, acho que (Jones) poderia vencer com uma boa estratégia, mas, como eu disse, tudo pode acontecer. Você está usando luvas pequenas, na divisão dos pesados, golpes no rosto. Tudo pode acontecer, honestamente”, disse o atual campeão da divisão, em entrevista ao ‘MMA Fighting’.

Embora acredite no potencial de Jon e sua equipe, Miocic, que já disputou o título contra o franco-camaronês, entende os perigos de se colocar frente a frente contra um adversário que tem atropelado seus últimos rivais.

“Seria uma boa luta. Uma combinação interessante. Acho que qualquer um que luta com o Ngannou é uma luta difícil, porque ele é muito explosivo e bate muito. Ele pode não ser tão bom tecnicamente quanto Jon Jones, mas ele tem a força”, finalizou.

Nas últimas semanas, ‘Bones’ e Francis chegaram a selar um acordo verbal para um grande espetáculo. Os atletas, então, trataram de deixar a responsabilidade da promoção de Dana White e sua equipe. O presidente da empresa, no entanto, não pareceu disposto a realizar o embate por agora, já que os atletas estão dispostos a lutar sob a condição de um pagamento milionário.

O desinteresse momentâneo da organização com a superluta, inclusive, fez com que Jon ameaçasse se afastar do MMA por um tempo, já que, segundo o campeão dos meio-pesados (até 93kg.), pelos serviços prestados, merecia mais respeito.

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