Em duro desabafo, Jon Jones revela ter sofrido abuso na infância e promete parar de consumir álcool

O ex-campeão se disse pronto para parar de beber, mas negou ter agredido a noiva

J. Jones foi preso por violência doméstica após entrar no Hall da Fama do UFC.
Foto: Reprodução/Instagram @jonnybones

A mais recente prisão de Jon Jones, acusado de violência doméstica contra a noiva, continua rendendo assunto e gerando consequências.

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Na última quarta-feira (13), o ex-campeão dos meio-pesados apareceu nas redes sociais para falar sobre o caso. Após lamentar ter perdido a confiança de seu treinador e ter sido expulso da academia Jackson Wink MMA, Jon Jones negou ter agredido a noiva, mas se disse pronto para parar de consumir álcool.

“Eu amo como as pessoas estão imaginando a pior situação possível e tornando isso verdade. Eu nunca bati na minha noiva e nossas filhas acordaram depois da nossa briga. Minhas filhas não viram ou ouviram nossa discussão. Essa é a única coisa que eu faço questão de esclarecer…fora isso, estou pronto para seguir em frente sem o álcool. É a primeira vez na minha vida em que estou realmente pronto para parar. Feliz de ter o apoio da minha noiva, família, amigos e fãs”, escreveu Jon Jones.

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Jones continuou o desabafo, revelando ter sido vítima de abuso durante a infância e citando outros traumas do passado.

“Minha vida nem sempre foi ótima, cara. Fui molestado quando era criança, perdi um pai e um irmão para doenças ainda jovem. E por aí vai. Tenho coisas com as quais preciso lidar”, desabafou Jones em tweet posteriormente apagado.

Considerado um dos maiores lutadores da história do UFC, Jon Jones não entra no octógono desde fevereiro de 2020, quando derrotou Dominick Reyes para defender o cinturão dos meio-pesados pela décima primeira vez. Em agosto do mesmo, ano, abdicou do título por conta de um imbróglio contratual com o Ultimate e revelou planos de retornar como um peso pesado (até 120,2 kg).

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