Georges St-Pierre freia expectativa de superluta com Khabib Nurmagomedov: 'Chance bem baixa' | SUPER LUTAS

Georges St-Pierre freia expectativa de superluta com Khabib Nurmagomedov: ‘Chance bem baixa’

Canadense, que está aposentado, admite que é difícil recusar o duelo, porém explicou o que o impede de aceitar

Superluta entre K. Nurmagomedov (dir.) e G. St.Pierre pode não acontecer. Foto: Montagem SUPER LUTAS

Khabib Nurmagomedov pediu, Dana White concordou, mas Georges St-Pierre está incerto. O campeão do peso leve (70,3kg) lutará contra Justin Gaethje, no UFC 254, no dia 24 de outubro, porém não só está pensando na provável última luta de sua carreira, como citou o nome do canadense como adversário ideal. No entanto, por mais que o presidente da organização esteja ao seu lado, GSP esquivou. Ao site inglês BT Sport, o ex-campeão do peso meio-médio (77,6kg) e médio (83,9) admitiu que é difícil recusar essa superluta, porém listou uma série de dificuldades que teria ao realizá-la.

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“É uma luta tentadora, mas as chances são baixas. Ainda treino forte e sinto que estou no meu melhor, mas o lutador é sempre o último a saber quando o tempo acabou. Não sei. É preciso três partes para fazer uma luta: você, o adversário e a organização. Não sei se a organização quer. Saí de cena com os cinturões dos meio-médios e médios. Certamente, o UFC não vai querer que eu faça isso com o dos leves. Tenho 39 anos e não acho conseguiria bater o peso dos leves, sem meu desempenho ser comprometido. Khabib luta nessa categoria, mas é mais pesado do que eu. Ele é jovem e não tem tanto problema com o peso. Nunca fui fã de cortar tanto. Perdia para subir na balança, mas não como os demais lutadores. Tenho medo das consequências a longo prazo”, disse St-Pierre.

A superluta entre Georges St-Pierre e Khabib Nurmagomedov sempre esteve no imaginário dos fãs, porém virou uma novela e há um impasse. O russo expressou o desejo de se testar mais de uma vez, inclusive, chegou a dizer em entrevistas que essa é a luta de seus sonhos e também era a do seu falecido pai, Abdulmanap Nurmagomedov. Por outro lado, o canadense, ao mesmo tempo que se interessa pela ideia, acredita que tem mais a perder do que a ganhar, caso saia da aposentadoria.

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